19 fev Síndrome geniturinária e tratamento regenerador com radiofrequência
A atrofia geniturinária é definida como um conjunto de sintomas e sinais associados à diminuição do estrogênio e outros esteroides sexuais, envolvendo alterações nos grandes e pequenos lábios, clitóris, vestíbulo e introito, vagina, uretra e bexiga.
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Ela resulta de um declínio na concentração de estrogênio sérico. Isso é mais comumente devido à menopausa natural ou cirúrgica. Porém, também pode ocorrer com insuficiência ovariana prematura, temporariamente durante o período do pós-parto e lactação, devido à amenorreia hipotalâmica, uso de drogas antiestrogênicas ou em pacientes transexuais que estão em uso de testosterona.
50% das mulheres na menopausa relatam desconforto vulvovaginal
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Os sintomas podem incluir secura vulvovaginal, queimação e irritação, falta de lubrificação, desconforto, dor e prejuízos na relação sexual; além de sintomas urinários de urgência, dor, ardência e desconforto durante e após urinar, e infecções recorrentes do trato urinário.
Aproximadamente 50% das mulheres na menopausa relatam desconforto vulvovaginal, e muitas delas apresentam sintomas, mas não procuram atendimento médico. Portanto, o profissional deve perguntar às mulheres com menopausa, durante os exames de rotina, se elas sentem dor, coceira ou sintomas sexuais.
A avaliação inclui um histórico médico e exame pélvico. Os achados do exame podem incluir fragilidade, fissuras, petéquias do tecido, reabsorção ou fusão dos pequenos lábios, retração introital, perda de umidade vaginal, rugas e elasticidade, meato uretral e eversão ou prolapso uretral. Para algumas mulheres com alterações atróficas graves, o tratamento da atrofia vaginal pode ser necessário antes que o exame pélvico completo seja realizado.
O diagnóstico diferencial de atrofia urogenital sintomática inclui outras causas de desconforto vulvovaginal: cicatrizes, secreção ou sintomas urinários (incluindo vaginite), líquen escleroso vulvar, líquen plano vulvovaginal, contato vulvar ou dermatite irritante, úlceras genitais por fissura devido à doença sistêmica, sangramento do trato genital pelo trauma, infecção ou malignidade, outras etiologias de infecção do trato urinário ou sintomas associados.
Tratamento: de hidratantes a laser terapia
• Para a maioria das pacientes, hidratantes vaginais são a abordagem preferida para a terapia inicial;
• Para pacientes que não são adequadamente tratadas com hidratantes e lubrificantes vaginais, sugerimos estrogênio vaginal em baixa dosagem;
• Em casos mais severos, incluímos a indicação de fisioterapia pélvica, uso de dilatadores vaginais e, eventualmente, cirurgias;
• Atualmente, dispomos de tratamentos estéticos genitais com laser terapia ou radiofrequência – aqui no Centro Alliance de Medicina, oferecemos a radiofrequência como tratamento.

Os diferenciais da radiofrequência fracionada genital
A radiofrequência fracionada (FRAXX) genital é um tratamento realizado com ponteiras microagulhadas, que emitem ondas eletromagnéticas que são convertidas em calor.
Esse aumento de temperatura nas camadas da pele da vulva e da mucosa da parede vaginal levam a uma melhora da vascularização, espessuras teciduais e produção de colágeno, auxiliando na qualidade da pele vulvar, elasticidade e lubrificação vaginal.
É um tratamento que utiliza anestésicos tópicos, com grau de incômodo leve a moderado, mas muito tolerável, que requer poucas sessões e que tem um grau de satisfação com resultado muito bom.
A ginecologista do Centro Alliance, Dra. Liliane Sato, está à disposição para te receber, conversar mais sobre o assunto e os tratamentos oferecidos na clínica – entre em contato pelo WhatsApp.

Dra. Liliane Miyuki Sato (CRM 139085), ginecologista e obstetra do Centro Alliance de Medicina.
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